terça-feira, 3 de abril de 2012

Seriam os Astronautas Capazes de suportar longas viagens espaciais?


Enquanto os Estados Unidos planejam uma missão tripulada a Marte em meados de 2030, uma investigação que está em curso começar a levantar dúvidas sobre a capacidade dos astronautas em sobreviver a uma viagem que leve anos em ambiente de gravidade zero sem graves e possivelmente, permanente danos físicos ou psicológicos.


Uma das preocupações mais prementes, dizem os pesquisadores, seria o efeito na visão, devido a alta aceleração no lançamento seguido por uma longa exposição à microgravidade. Pesquisas recentes mostraram que esses fatores podem mudar a forma do globo ocular astronauta, inchar os nervos ópticos e causar visão embaçada. Esses problemas persistiram por muito tempo após o regresso dos astronautas a Terra.



"Quando você está falando sobre as missões de ida e volta que podem durar dois anos, tem que estar cientes, que essas preocupações podem ser um potencial fator limitativo," Larry A. Kramer, professor de diagnóstico por imagem e intervenção da Universidade do Texas, disse recentemente ao The New York Times.


Uma pesquisa da NASA com cerca de 300 astronautas, desses 30% que voaram em duas semanas em missões do ônibus espacial e 60% que já passaram seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional, indicou que eles tiveram uma perda gradual da visão e problemas de vista embaralhada.


"Estamos certamente tratando isso com um grande respeito", disse o Dr. Rich Williams médico e chefe de saúde da NASA. "Isso [a condição do olho] é comparável a outros riscos, como a desmineralização óssea e a radiação que temos de considerar. Elas tem o potencial para causar impacto missão."

Exposição à radiação cósmica é outra preocupação para longa viagems dos astronautas, pois esses estariam sem o escudo protetor da atmosfera Terrestre.



Os astronautas em uma missão a Marte poderiam enfrentar ameaças graves de radiação de tempestades solares, que enviam partículas carregadas e altos níveis de radiação advindos do espaço.



Embora raros, esses eventos podem ser mortais para os habitantes de uma nave espacial, porque sem uma blindagem pesada, eles poderiam sofrer de “envenenamento” por radiação aguda.



A perda óssea é outro efeito de gravidade zero que foi encontrado, ele é progressivo e contínuo ao longo de longos períodos passados ​​em condições ambientes de microgravidade.


Os astronautas em um ambiente sem gravidade perdem cálcio de todos os seus ossos, mas principalmente dos ossos que suportam peso, como os quadris, coluna, tornozelos e fêmur superior.


A perda óssea é de cerca de 1% por mês para a duração do tempo gasto na gravidade zero.

O efeito foi observado pela primeira vez nas tripulações das missões Skylab dos anos de 1970 e estação espacial russa Mir.

No retorno à Terra, os índice de cálcio nível ósseo retornam lentamente ao normal.

Nos membros da tripulação da missão Mir foram necessários três meses de volta à Terra para os seus níveis voltarem ao normal.

Um último obstáculo para uma missão a Marte não é físico, mas sim psicológica, como um pequeno número de pessoas teria de cooperar em um ambiente apertado, isolados e de risco por um ano ou mais - essa situação pode produzir estresse , tensão e até mesmo graves problemas psiquiátricos, como foi relatado em um relatório do Programa Pesquisa em Seres Humanos da NASA de 2009.


O relatório, baseado em estudos na Antártida e ambientes isolados subaquáticas, encontraram um risco de "aumento dos erros humanos, devido à perda de sono, fadiga, sobrecarga de trabalho, e dessincronizarão cardíaca. Os erros aumentaram devido a coesão da equipe e de desempenho, seleção inadequada composição da equipe, treinamento inadequado e adaptação psicossocial pobre. "


Assim, embora os desafios técnicos de uma missão com essa, dentro do nosso sistema solar são inegavelmente assustador, o elemento humano - a sua segurança física, psiquiátrica e bem-estar, e até mesmo o regresso do seu sucesso - pode revelar-se uma preocupação ainda maior.

domingo, 1 de abril de 2012

Anonymous pretende ataque global para desligar a internet


O notório grupo de hackers identificado como Anonymous pretende interromper as atividades de toda a internet no próximo sábado (31 de março). O ato seria uma forma de protestar contra projetos como o SOPA e se posicionar contra os “líderes mundiais irresponsáveis e os bancários que estão arruinando o mundo enquanto satisfazem seus desejos egoístas”.

Um documento publicado no site Pastebin, supostamente escrito por membros da coligação hacker, afirma que a intenção não é matar a rede mundial de computadores, mas sim atacar as grandes corporações, de maneira que provoque a maior quantidade possível de danos. A Operação Blecaute 2012 pretende atacar os servidores DNS que servem como base para o funcionamento da internet, o que tornaria a maior parte dos sites inacessíveis.

A opinião dos especialistas em segurança

Caso você esteja preocupado e já esteja começando a pensar em quais atividades realizar no próximo fim de semana, procure se acalmar. Empresas especializadas em segurança virtual afirmam que um ataque do tipo não teria as consequências esperadas, e é muito provável que o blecaute prometido não aconteça.

“Os hackers do Anonymous podem causar interrupções, mas elas vão ficar restritas às redes das quais as máquinas visadas fazem parte”, afirma Robert Graham, da Errata Security. “É improvável que eles consigam tirar todas elas do ar, ao menos por um período significativo de tempo. No dia do Blecaute Global, é possível que muitas pessoas nem notem o que está acontecendo”, complementa.

Apesar de estar certo da ineficiência de um ataque do tipo, Graham mostra certa cautela ao falar sobre o assunto. “Só porque eu digo que o Anonymous não pode derrubar a internet, não significa que isso não pode ser feito”, afirma o especialista em segurança no blog oficial da empresa.

Moto com motor a ar comprimido


O conceito da motocicleta ‘O2 Pursuit’, criado pelo australiano Dean Benstead, tem como objetivo fornecer uma alternativa de transporte sustentável aos consumidores. Tecnologias como essa se tornam cada vez mais necessárias devido ao esgotamento do petróleo e também pelo impacto ambiental gerado pelos combustíveis fósseis.

A moto que parece ser uma solução para tantas questões ambientais foi destaque em 2010, no principal prêmio de design da Austrália, o Melbourne Design Awards.

Com capacidade de atingir velocidade de até 100 km/h, ela roda em ar comprimido limpo usando tecnologia de motores desenvolvida localmente – o motor ‘DiPietro’, fornecendo uma plataforma sustentável para seu funcionamento, com benefícios na execução da própria moto e para o meio ambiente.

O peso da motocicleta é menor, pois não conta com tanque de combustível, aumentando a habilidade e capacidade de manobra do piloto. Mas, o veículo tem um compartimento em que é possível introduzir um cilindro de ar comprimido.

O objetivo de Benstead é demonstrar que é possível usar esta tecnologia como uma alternativa aos combustíveis fósseis e à eletricidade. “Quero explorar a viabilidade do ar como fonte alternativa de energia”, garante. Um sistema próprio transforma o ar em energia para movimentar a moto.

As estações de recarga seriam equipadas com compressores movidos a energia solar ou qualquer outra fonte de energia renovável criando um círculo completo de criação e utilização de energia limpa.

Outra vantagem é que, além de não poluir a atmosfera, a pequena moto é bastante silenciosa, ajudando na diminuição das taxas de poluição sonora dos grandes centros urbanos.

A moto será fabricada inteiramente com materiais reciclados. Assim, ela possuirá baixo custo de operação e funcionará em meio urbano e em uma ampla faixa de estradas, inclusive de terra. Por tratar-se de um protótipo, ainda não existe custo estimado para a comercialização.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Eua Pressionan Grandes da Web


Órgãos reguladores dos Estados Unidos pressionaram nesta segunda-feira companhias de Internet a adotar um sistema "sem rastreamento" que dará a consumidores mais controle sobre suas informações pessoais online, e pediram que o Congresso do país aprove uma legislação de privacidade.

A Comissão Federal do Comércio (FTC, em inglês), em seu relatório final sobre recomendações de privacidade, pediu medidas voluntárias semelhantes às divulgadas no relatório preliminar de dezembro de 2010.

A FTC não tem poder de estabelecer regras, e defende que companhias de Internet adotem políticas internas de privacidade mais rígidas que garantam a segurança de dados dos consumidores, e limitem a compilação e retenção de tais informações.

A agência pode tomar medidas contra companhias que violem suas próprias políticas de privacidade.

O relatório é uma resposta à crescente preocupação sobre a falta de controle quanto à coleta e negociação de ampla quantidade de informações detalhadas de atividades online e identidades reais.

No relatório, a FTC pediu que as companhias considerem a privacidade do consumidor ao criar um software, em vez de acrescentar opções de privacidade depois, e que sejam claras com os consumidores sobre quais dados serão coletados e com qual finalidade.

MSN bloqueia links do The Pirate Bay


Usuários do comunicador instantâneo Windows Live Messenger (MSN) não conseguem mais trocar links com conteúdos do site de compartilhamento The Pirate Bay (TPB).

O The Pirate Bay é um dos sites de compartilhamento de arquivos mais populares do mundo e desde seu lançamento, em 2004, enfrenta problemas judiciais principalmente por permitir o compartilhamento de conteúdos protegidos por direitos autorais.

As reclamações dos usuários afirmam que, ao tentar enviar um link do TPB, o mesmo é bloqueado pelo MSN, que retorna uma mensagem automática dizendo: “O link enviado foi bloqueado, pois foi reportado como inseguro”.

Este problema foi identificado quando utilizado programas clientes da Microsoft, bem como terceiros como Adium e Pidgin. Muitos provedores de acesso em todo o mundo já iniciaram bloqueios ao site, no entanto não se sabe se a Microsoft o está fazendo pelos mesmos motivos, pois sites similares como Demonoid não têm seus conteúdos bloqueados pelo MSN.

Em janeiro deste ano, em mais uma tentativa de se resguardar judicialmente, o TBP anunciou a substituição dos tradicionais arquivos torrents por links magnéticos, que combinam tecnologias como a DHT (Distributed Hash Table, ou hash de tabela distribuída) e a PEX (Peer Exchange).

Recentemente, o site anunciou que também estaria investindo em servidores aéreos para proteger seus conteúdos e escapar de novas ações judiciais.

Glossário: Ataques DoS e DDoS


Várias vezes já ouvimos ou lemos em notícias sobre Hackers tirando sites e serviços online do ar. O que nunca fica claro, porém, é como esses ataques acontecem. Conheça o DoS e o DDoS!

Imagine que pessoas demais estão tentando entrar em um elevador. Com o peso, o mecanismo irá se recusar a funcionar. Num caso extremo, poderá até cair. Simplificando bastante, é assim que funciona um DoS. Sigla para “Denial-of-Service” (“Negação de Serviço”), trata-se de um tipo de ataque que, na maior parte das vezes, envia mais pedidos de comunicação do que o servidor do site em questão consegue suportar, fazendo com que seu processamento fique lento, ou ainda, que seja “derrubado”, saindo do ar temporariamente.

Os objetivos deste tipo de ataque variam, mas geralmente são causar prejuízos ou danos na empresa ou indivíduo que garante o serviço ou conteúdo em questão, ou a seu público, já que derrubar o servidor significaria privá-los do que procuram. Historicamente, as vítimas foram muitas, mas diversas vezes, em ataques de fundo sócio-político, os alvos foram servidores de internet, portais de conteúdo, instituições financeiras e portais de pagamento de cartão de créditos.

Mas como esses ataques ocorrem? Não iremos nos alongar nos métodos, mas em linhas gerais, o efeito acontece quando o perpetrador força uma série de pedidos de conexão ao servidor-vítima, geralmente utilizando algum software específico para gerar as conexões falsas. Voltando a nossa analogia, seria o equivalente de lotar o elevador de manequins – conexões falsas, mas que “ocupam espaço” e usam poder de processamento do servidor, banda de conexão e/ou espaço em disco. Muitas vezes, ataques do gênero podem ser agravados por invasões por Trojan, assim como infecções por Vírus e outros programas especialmente preparados para consumir memória de processamento. O resultado, quando bem-sucedido, é um servidor lento, impossibilitando que faça conexões e, ao mesmo tempo, de acesso impossibilitado para usuários externos.

Outro tipo de ataque geralmente aplicado em alvos de maior resistência é o DDoS (“Distributed Denial-of-Service”, ou “Negação de Serviço Distribuída”). Ele acontece quando diversos sistemas são utilizados para sobrecarregar os recursos do alvo em questão. O uso de Botnets garante uma arma forte neste sentido, motivo pelo qual vários Hackers “recrutam” o máximo que puderem de “computadores zumbis”. Vale destacar também o PDoS (“Permanent Denial-of-Service”, ou “Negação de Serviço Permanente”), ou “phlashing”, que ocorre quando um sistema acaba fisicamente prejudicado pelo ataque, necessitando de reinstalação ou substituição de hardware.

Seja lá qual for o tipo ou os efeitos, ataques do gênero geralmente tem grande repercussão, mesmo fora da internet, uma vez que os grandes alvos tendem a ser sites e serviços de grande acesso ou importância. Para muitos grupos de Hackers, poder se gabar de derrubar certa vítima é motivo o suficiente para gerar o ataque. Na maior parte das vezes, porém, os motivos tendem a ser mais focados, o que não exclui ataques em indivíduos comuns. Como o objetivo pode ser simplesmente negar acesso, várias vinganças pessoais já foram feitas com DoS ou DDoS.

Mas é claro que, como com outras ameaças, há como se proteger deste tipo de ataque. Para um usuário comum um firewall, assim como uma proteção que impeça infecção por software mal-intencionado tende a ser o suficiente, porém é possível adotar certos cuidados feitos por servidores, que incluem switches, roteadores, além de outros hardware e software especialmente criados como barreiras de proteção.

Como uma última curiosidade, você sabia que é possível fazer um ataque DDoS acidentalmente? Quando um site recebe um número mais alto de visitas do que o esperado, muitas vezes pode sofrer lentidão ou sair do ar. Este resultado, que já foi visto diversas vezes em sites de compras de ingresso para shows, por exemplo, assim como redes sociais e portais de notícias frente a acontecimentos bombásticos, é um tipo de DDoS natural, já que vários sistemas estão incessantemente tentando se conectar a um mesmo local que não está preparado para aguentar esse volume de tráfego.

segunda-feira, 5 de março de 2012

O menor computador portátil do mundo ! Será ?

Desde Janeiro deste ano, durante a CES, este produto com o nome de FXI "Cotton Candy”, traduzindo "algodão doce", na minha opinião é o menor computador portátil que eu vi até hoje. Bem, com certeza não vá esperando milagres, mas a "coisinha" pode até fazer alguns truques interessantes.

Do tamanho de um Pendrive convencional, o FXI Cotton Candy, possui um entrada tipo USB, outra do tipo HDMI, processador de 1,2 GHz , memória RAM de 1 GB, conectividade WiFi e Bluetooth 2.1, além de rodar, como sistema operacional o Android 4.0. Sua funcionalidade básica é destinada a reprodução de vídeos, fotos , músicas e navegação na WEB e isso tudo com simplicidade de seus comandos. Na verdade se analisarmos com atenção, nós vamos ver, que este Gafget não passa de um minicomputador, desses usados internamente na maioria dos Smarthphone de boa qualidade.


Claro que, que FXI pode ter algumas vantagens em seu desempenho, mas mesmo assim não vejo uma utilidade prática imediata. Sua função operacional, como falei antes, são as mesmas de um bom Smartphone, isso em relação ao processamento de dados, nada mais. Afinal, um Smartphone que se preze, faz muito mais que o FXI Cotton Candy, pelo menos nesse momento. Seu preço é de US$ 199, 00, isso para não dizer que custa menos de 200 Dólares.

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Smartphone mais rápido do mundo


Os smartphones parecem se beneficiar da sua grande popularidade entre os consumidores. Parece que a cada ano que passa esses dispositivos que estão se tornando mais e mais poderosos.

Alguns podem já ter a capacidade de até mesmo ser comparado com um PC em termos de hardware. O mais recente smartphone lançado pode ser perfeitamente adequado para essa comparação, o Huawei Ascend D Quad.

O Huawei Ascend D Quad foi recentemente introduzido no Mobile World Congress 2012 realizado em Barcelona, ​​Espanha. Ele está sendo lançado como o mais rápido smartphone do mundo até a presente data. Este smartphone tem um processador quad core 1.3GHz K3V2 ou um modelo de 1.5Ghz.

Ele roda no sistema operacional Android 4.0 e conta com um sistema proprietário da Huawei de gestão de energia que permite que o dispositivo economize até 30 por cento no consumo de energia.

E o Huawei Ascend D Quad também vem com uma tela de 4,5 polegadas HD 720p touchscreen com seu processador de 32-bit verdadeiros. Sua câmera de 8MP traseira é capaz de captura de vídeo Full HD 1080p e reprodução.

Sua câmera de 1.3MP frontal proporciona uma qualidade mais do que ideal para chats de vídeo. O Huawei Ascend D Quad é esperado para estar disponível em alguns lugares do mundo no segundo trimestre deste ano. Não há nenhuma palavra ainda sobre o quanto isso vai custar.