domingo, 8 de julho de 2012

Novo Ultrabook


O Grupo Digibras, detentor da CCE, divulgou sua linha de produtos a ser lançada no segundo semestre. Entre eles, está o primeiro ultrabook feito no País: o CCE Info F7.

A máquina tem 2 centímetros de espessura, pesa 1,7 quilo e traz acabamento em alumínio. Sua tela LED tem 17 polegadas com 1366x768 de resolução. O processador contido é um Intel Core i7 de terceira geração.

O aparelho conta ainda com memória RAM de 4GB, 500GB de HD, bateria com autonomia de 5 horas, armazenamento em SSD (24GB) e unidade DVD-RW. Há também o touchpad com função Multi-Touch, que permite toques simultâneos para realizar tarefas.

O ultrabook, que vem com Windows 7 Home Premium 64 bits e software de segurança Symantec, chega às lojas nessa primeira quinzena de julho. O preço sugerido do modelo é 2.499 reais.

A CCE lançou também seu primeiro smartphone 3G, o CCE Mobi SM 50. O aparelho roda o sistema operacional Android 2.3 (Gingerbread), tem tela de 3,2 polegadas e câmera de 2MP. O preço sugerido do modelo é 499 reais. O smart deve chegar ao mercado em agosto.

Outra novidade foi o primeiro modelo da linha Ultraslim de televisor LCD. A versão de 42 polegadas é Full HD 1080p e tem conexões HDMI e USB. O aparelho vem com conversor digital integrado e é possível gravar programas de televisão com o recurso Time Shift, que requer HD externo. O modelo já está disponível no mercado e pode ser achado nas cores preta e branca por 1.699 reais.

Versões de 32 e 39 polegadas da linha Ultraslim chegarão às lojas até o fim do ano.

Realidade Aumentada


A empresa japonesa Olympus anunciou hoje o MEG4.0, seu protótipo de óculos de realidade aumentada. A novidade vem pouco mais de uma semana após a demonstração do Google Glass na conferência Google I/O.

O MEG4.0 será capaz de expor uma imagem virtual de 320 por 240 pixels diante dos olhos de seu usuário. O acessório precisará fazer conexão Bluetooth com smartphone ou tablet do usuário – ao contrário do Google Glass, que não requisita nenhum aparelho adicional.

Segundo a empresa, a bateria do MEG4.0 dura oito horas, mas a estimativa foi realizada apenas com períodos curtos de uso: 15 segundos ativos a cada três minutos.

Embora tenha um acelerômetro para identificar em qual direção o usuário está olhando, o aparelho não conta com câmera, impossibilitando a captura de foto e vídeo. Aparentemente, os óculos serão mais recomendados para entusiastas dos recursos de realidade aumentada.

Em nitidez e definição, o MEG4.0 parece promissor. A empresa garante que, mesmo em dias ensolarados, a visualização da tela virtual não será prejudicada.

A Olympus testa protótipos de acessórios do gênero desde 2005, mas o anúncio parece vir na hora certa para bater de frente com o Google Glass. Ainda assim, é cogitada a possibilidade do protótipo ser vendido para outra companhia.

Ainda não há data de lançamento nem preço sugerido para o MEG4.0.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Japão aprova nova lei: 10 anos de prisão para quem baixar arquivos piratas


A coisa ficou feia no Japão. Se você baixar músicas, filmes, programas de TV, aplicativos ou alguma outra coisa sem pagar por ela você poderá ser condenado em até 10 anos de prisão e a pagar uma indenização de até 125 mil dólares.

Apesar da aprovação, a medida é considerada extremista até entre os parlamentares, que estão apreensivos quanto a uma possível onda de processos criminais contra jovens.

Afinal, no Japão (como em qualquer lugar do mundo) baixar arquivos protegidos por copyright na internet é um hábito comum.

E que não agrada nada à indústria do entretenimento.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Microsoft compra concorrente do Facebook empresarial


Em nota recente da agência de notícias Reuters, foi divulgado o fechamento de outra grande negociação do setor de tecnologia e inovação, que vinha se arrastando há meio mês. Para entrar para o hall de grandes fusões e aquisições do mercado (tornou-se a segunda maior compra, em dinheiro, de uma empresa venture capital backed), a Microsoft comprou a empresa Yammer por nada menos que US$1.2 bilhão.

A gigante do mercado de softwares e tecnologia adquiriu a empresa Yammer, plataforma de colaboração empresarial, como estratégia de expandir sua participação e abocanhar uma parcela do crescente mercado de usuários/funcionários presentes na “nuvem”. No mesmo modelo colaborativo de compartilhamento do Facebook e Twitter, a Yammer é focada exclusivamente no público empresarial e disponibiliza suas funcionalidades de forma privada e segura, dentro do ambiente da empresa.

A área de networking interno (ou colaboração social) para empresas tem atraído outras grandes empresas de tecnologia como a Cisco Systems Inc, que tem uma oferta semelhante ao Yammer chamada WebEx Social, e a Business Machine International Corp. com um produto rival chamado Connections.

Enquanto US$1,2 bilhão possa parecer bastante dinheiro a se pagar por uma empresa que estima-se ter feito “apenas” cerca de 22,3 milhões de dólares em 2011, vale lembrar que a Yammer opera em um modelo gratuito e possui o impressionante número de 85% das empresas dentre as Fortune 500, além de adicionar 250 mil novos usuários por mês, diz Martin Fauscette, que monitora software empresariais para a IDC. Há também quem diga que a intenção da Microsoft nesta compra é de explorar o grande potencial da plataforma gratuita em oferecer outros serviços agregadores de forma paga, criando vínculo e dependência da instituição cliente. Uma coisa é certa, a Microsoft não entrou nessa briga a toa e coisa pouca não virá desta grande negociação.

Sobre a Yammer

Confesso que não conhecia esta plataforma, mas deparei-me com um interessantíssimo modelo de negócio, não só por ser gratuito de início, mas pela possibilidade que propicia às empresas de integrar e colaborar com seu auto desenvolvimento. Fundada há quatro anos, a Yammer conta hoje com 5 milhões de usuários em suas redes sociais intra-empresariais. Se tornará parte da unidade Office da Microsoft sob a chefia de Kurt DelBene, mas ainda será liderada pelo atual presidente-executivo, David Sacks. Dentre seus clientes estão Deloitte, Ford, Supervalu, Ebay, Unicef, DHL, dentre outros grandes players do mercado mundial.

Orkut eu uso


Por varias fezes eu ouvi pessoas dizendo “Tem Orkut, me add”. De uns tempos para cá, isto já não é tão ouvido, isto por motivos óbvios também, com a popularização do Facebook e a imagem do Orkut estar sendo muito afetado pelo visual muito feminino e um tanto complicado de ser usado.
Apesar de ter abandonado o Orkut por um tempo, depois que metade das pessoas que estavam tornando o uso um tanto incomodo, afinal eu não gosto nem um pouco daquelas coisas de gifs animados e repasse....

Uma das poucas coisas que ainda me incomoda no Orkut, é aquele negocio de você poder mandar o mesmo scrap para todos da sua lista de amigos. Falando a bem da verdade, eu faço no Orkut, a mesma coisa que eu faço quando recebo um e-mail de alguém e este vem com varias pessoas como remetente, primeiro eu escolho a opção spam depois eu deleto. Não faz sentido manter um e-mail ou um scrap que a pessoa te mandou quando nem mesmo estava pesando em você.

Agora que o numero de usuários que ficava me mandando aquelas coisas sem graça, é possível desfrutar da parte boa do Orkut, afinal ele tem ferramentas muito boas, como por exemplo, depoimentos, uma área destinada apenas a suas conversas tornando assim o gerenciamento das conversas muito mais fácil.
Mesmo tendo o Facebook, que também é uma ótima ferramenta, eu continuo usando o Orkut, mais por ter menos propaganda e por ter a “segurança” de saber que meus dados iram ser apagados caso eu desista de usa-lo. Agora com a integração de vários dos serviços da Google, o uso ficou bem legal, eu pelo menos gostei.
Sobre o Orkut estar morto, eu nunca achei que ele estivesse vivo. Mas tipo, ele é uma rede social que tem tudo para funcionar, isto por pessoas queiram interagir com seus amigos através da internet e não por pessoas que queiram números. Esta rede social não é a melhor do mundo, mas conquistou um bom publico por ter e oferecer um sistema basicamente seguro.

Para finalizar, eu fiz uma rápida pesquisa com as pessoas que estavam online no momento que eu estava finalizando este post, e eu acabei por perceber que 60% da minha lista de contatos usa o Orkut, 5% apenas mantei uma conta que nunca atualiza e 35% não usam mais o Orkut. Mas e você, o que acha desta rede social que um dia já foi a mais usada?

sábado, 30 de junho de 2012

O serviço Megabox ao que parece também enfrentará problemas com as gravadoras”


Sim senhoras e senhores, Kim Dotcom, o empresário Alemão obeso criador do Megaupload que gerou muitas notícias na Internet e inclusive na TV após ser preso por violação de direitos autorais, retorna à ativa com seus negócios na web diretamente de sua casa, já que atualmente ele é mantido em prisão domiciliar. O serviço se trata do Megabox, um serviço de streaming de música e traz a já conhecida interface dos antigos serviços de Dotcom como Megaupload e Megavideo.
Ao que parece, com o Megabox será possível carregar suas músicas preferidas no servidor do serviço para ouvi-las em qualquer lugar através de streaming e ainda compartilhar suas playlists com seus amigos. Um fato interessante sobre o Megabox é que o fã poderá comprar suas músicas diretamente no serviço e realizar o pagamente diretamente ao artista, sem que as gravadoras ou distribuidoras vejam a cor do seu rico dinheirinho.

Mas aos meus olhos isso vai gerar alguns desentendimentos, entenda porque: Kim Dotcom já é um velho vilão de órgãos como a RIAA (associação americana de indústria a gravação) devido a existência de sites como o Megaupload (você conhece o rolo né?), agora Dotcom quer privar as gravadoras de receber sua margem de lucro com as vendas das músicas pelo Megabox? Tenho minhas dúvidas…
A notícia foi dada pelo póprio Kim Dotcom de uma forma bem original: uma imagem postada no Instagram revelou o serviço. Além disso, o empresário ainda criou uma nova conta no Twitter onde, além de postar fotos com sua esposa e filhos (diferente dos carros de luxo de antes) ele também deu a seguinte notícia sobre o Megabox:

"As grandes gravadoras pensaram que o Megabox tinha morrido. Comemorem, artistas. Ele está chegando e vai libertá-los" [Tweet de Dotcom no dia 20/06]

Você gostou da nova criação de Dotcom? Dê a sua opinião nos comentários aqui abaixo, ela é muito importante para nós! E se você gostou desse post não deixe de divulgar para seus amigos para ajudar o blog.

Lançado com sucesso o foguete BRASILEIRO VS-40 com o experimento científico alemão SHEFEX II

Lançamento bem sucessido do experimento SHEFEX II
Depois de um vôo de 10 minutos, o experimento SHEFEX II(um veículo de reentrada que possui uma forma angular aguda ao invés de rendonda) pousou em segurança no oeste de Spitsbergen. Pesquisadores do Centro Aeroespacial Alemão (Deutsches Zentrum für Luft-und Raumfahrt; DLR) lançaram o foguete de sete toneladas e cerca de 13 metros de comprimento e sua carga útil a partir do centro de lançamento da Andoya Rocket Range na Noruega em 21:18 CEST em 22 de junho de 2012. Na reentrada na atmosfera o experimento SHEFEX resistiu temperaturas superiores a 2500 graus Celsius e enviou os dados de medição de mais de 300 sensores para uma estação terrestre. "O vôo do SHEFEX II nos leva a um passo adiante no caminho para o desenvolvimento de um veículo espacial construído como uma cápsula espacial, mas oferecendo o controle e opções de vôos do ônibus espacial muito mais rentável", disse o gerente de projeto Hendrik Weihs.

Aprendendo sobre reentradas na atmosfera terrestre

DLR vem trabalhando no programa SHEFEX por 10 anos, desenvolvendo uma tecnologia na qual uma nave espacial pode re-entrar na atmosfera terrestre sem sofrer danos. SHEFEX tem uma forma angular e afiada, sua estrutura consiste de superfícies planas, que são mais fáceis de fabricar e, portanto, são menos caras do que as formas usuais arredondadas. As arestas afiadas são também aerodinamicamente vantajosa. Investigadores desenvolveram DLR vários sistemas de protecção térmica para controlar as temperaturas elevadas que as arestas são submetidos a durante a reentrada.

A nave espacial SHEFEX I, foi lançada em 27 de outubro de 2005, possibilitando aos pesquisadores coletar dados durante o vôo pela primeira vez. Esse vôo durou 20 segundos e o SHEFEX I reentrou a uma velocidade de Mach sete. SHEFEX II alcançou uma velocidade de 11.000 quilómetros por hora - cerca de 11 vezes a velocidade do som - quando re-entrou na atmosfera. Chegou a uma altitude de aproximadamente 180 quilômetros.

Seis institutos do DLR envolvidos no projeto

O projeto SHEFEX é uma colaboração entre seis institutos do DLR. O Instituto DLR da Aerodinâmica e Tecnologia de Fluxo realizarou numerosos testes em túnel de vento, computado o campo de fluxo de reentrada e equipou o foguete com sensores para medir temperatura, pressão e estresse térmico. O Instituto DLR para Estruturas e Design construiu a nave e foi responsável por projetar e produzir os sistemas de proteção térmica de cerâmica, em um desses sistemas, nitrogênio flui através de uma telha porosa, para refrigeração da nave durante a reentrada. No coração do sistema de controlo canard, desenvolvido por investigadores no Instituto DLR de Sistemas de Voo em Braunschweig, são superfícies de controle - os canards - sobre a secção da frente do veículo de pesquisa, que pode ser usado para controlar activamente o veículo. O Instituto de Investigação de Materiais fabricados os azulejos e do Instituto de Sistemas Espaciais desenvolveu uma plataforma de navegação para determinar a localização da nave durante o vôo. MoRaBa DLR da base de foguetes móvel operou o veículo de lançamento de dois estágios, controlados a nave espacial e recebendo os dados enviados pelo SHEFEX durante o vôo.

No caminho para o desenvolvimento de uma nave espacial

Um navio de salvamento e uma aeronave estão no seu caminho para o local de pouso para recuperar a nave espacial. Se a recuperação for bem sucedida, os investigadores receberão uma grande quantidade de dados adicionais. "O vôo de SHEFEX II é um passo para o desenvolvimento de uma nave espacial que resiste a temperaturas mais altas, enquanto viaja mais rápido e por um longo período", diz Weihs. Mais de 300 sensores medindo temperatura e pressão, entre outras coisas, foram usadas durante o voo. "Nós temos uma riqueza de dados, que serão utilizados para os próximos anos." SHEFEX III poderia ser lançado em 2016, que será mais parecido com um avião espacial e voar através da atmosfera por cerca de 15 minutos. O objetivo desta pesquisa é permitir que experimentos em microgravidade que duram vários dias possam voltar para a Terra de uma maneira segura.

Cyber-espionagem: projetos em CAD da América Latina são roubados

O programa AutoCAD serve para fazer projetos de grandes empresas. Ele permite ao projetista ou engenheiro imaginar as três dimensões do produto, peça ou local imaginado. Um malware ativo desde 2009 infecta o programa e rouba projetos.

Medre é parecido com os vírus mais poderosos da atualidade, Stuxnet, Duqu e Flame, é complexo e passa despercebido pelos antivirus atuais. Por isso existe há tanto tempo sem ninguém notar e pior: serve tanto para as versões antigas quanto as futuras do AutoCAD.
Mais de 90% dos projetos roubados são do Peru e todos eles vão para a China. É o maior caso de Cyber-espionagem já detectado. Com o código avançado, o malware se dissemina rapidamente e já afetou mais de dez mil projetos.
O código foi detectado em dois domínios peruanos da web. Um deles é usado para licitação de projetos para órgãos públicos. Existem ferramentas na rede para remover o malware caso se computador esteja infectado.